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Arborização Urbana e Áreas Verdes

A presença da árvore deve ser encarada como parte do ambiente urbano, com funções bem definidas na manutenção da qualidade de vida e do bem-estar da comunidade. O crescimento e adensamento populacional das cidades brasileiras resultaram no aumento dos problemas ambientais, como poluição aérea, aumento da temperatura, formação de ilhas de calor, perda da biodiversidade e a impermeabilização do solo.

A arborização urbana é uma ferramenta para amenizar esses problemas. Planejar, incentivar e proteger a cobertura vegetal nas cidades faz parte do trabalho da Florespi. Nossa equipe trabalha em várias frentes:

- Planos participativos de arborização urbana: incluem o planejamento e a execução de forma participativa de projetos de arborização urbana, que englobam o diagnóstico da situação, o aumento da cobertura vegetal e o manejo adequado;

- Levantamento de vegetação urbana: relação metro quadrado por habitante e/ou porcentagem de cobertura e árvores por quilômetro quadrado que podem realizados pelos métodos descritos a seguir:

Mapas temáticos: o levantamento pode ser feito por meio de mapas temáticos, que identificam o uso e a cobertura dos solos urbanos com imagens de satélite de alta resolução ou imagens aéreas multiespectrais.

Diagnóstico de arborização e áreas verdes: inventário por amostragem ou censo para a caracterização da arborização.

Avaliação de risco de queda: avaliação visual completa e por tomografia de impulso de indivíduos arbóreos para a identificação de problemas biomecânicos e fitossanitários para fins de manutenção e manejo da arborização.

- Revitalização e manutenção de áreas verdes: elaboração de projetos paisagísticos, como trilhas interpretativas, jardins sensoriais e bosques com frutíferas nativas; revitalização e manutenção de parques, praças e jardins, públicos ou privados.

- Atividade de educação ambiental: a percepção dos benefícios da arborização urbana é o foco das atividades teóricas e práticas, que podem ser desenvolvidas com todas as faixas etárias. Questões como o planejamento participativo de plantio, cuidados básicos com as árvores e hortas em quintais são exemplos de temas que podem ser abordados;

- Viveiros para arborização: planejamento de estruturas de viveiros para a produção de mudas, seleção de espécies adequadas e capacitação de pessoal.

9 Comentários »

  • Eliane disse:

    Que tal dar um curso que sejam convidados todos das Secretarias do Meio Ambiente do estado, ao menos, para instruir como proceder os itens supramencionados eis que, como a Prefeitura de Ribeirão Preto, para não ter conhecimento técnico para avaliação de áreas verdes, considerando área verde a cana, grama, etc. A poda de árvores aqui tb parece não ser bem orientada, havendo extrações que nunca mais são repostas. Parabéns pela iniciativa de Piracicaba!

  • florespi (author) disse:

    Olá Eliane,
    Agradecemos pela sugestão. E neste momento, estamos tentando fechar alguns patrocínios para um curso, que terá o apoio da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e que tem o seguinte objetivo:
    Capacitar Gestores e Técnicos Municipais, na temática de Arborização Urbana, para:
    Manejo
    Realização de Inventário
    Avaliação de Risco de Queda
    Tomada de Decisão
    Técnicas de podas de árvores urbanas
    Em breve, entraremos em contato com você para realizar a divulgação aí em Ribeirão!
    Saudações,
    Florespi

  • Gabriel disse:

    Opa quero saber sobre este curso tb hein!Resido tb em Ribeirao Preto…

    Um abraço

  • Leonardo Castro disse:

    Boa noite a todos !

    Gostaria de saber quais profissionais podem trabalhar com arborização urbana ?

    Desde já obrigado !

  • Erika disse:

    Boa tarde!
    Trabalho na Secretaria de Meio Ambiente de Itápolis e gostaria de saber mais sobre este curso. Obrigada.
    Att,
    Erika

  • florespi (author) disse:

    Leonardo, a gestão da arborização urbana, forma geral, envolve um bom diagnóstico (realizado por inventário, pesquisa de percepção, tomografias, SIG e entre outros), planejamento e execução (produção de muda, podas de condução-manutenção-levantamento de copa-raiz-supressão), avaliação e aprimoramento. Ou seja, não percebemos mas a arborização exige um conjunto multidisciplinar de profissionais bem capacitados. Como exemplos, posso citar os biológos, gestores ambientais, engenheiros florestais e agronômicos e entre outros que estão aptos a atuar nesta bela e importante temática.

    Erika, estamos finalizando a formatação de um curso que será oferecido, especialmente, à técnicos do poder público. Estamos tentando organizá-lo de forma gratuita e sempre em parceria com uma prefeitura.

    Saudações,
    Florespi

  • Jonas Monróe dos Santos disse:

    Sou funcionário Público Municipal de São Luís – MA, Engenheiro Agrônomo e especialista em paisagismo e plantas ornamentais pela UFLA-MG.e por ser diretor sindical e não fazer parte do grupo politico do atual prefeito, não sou aproveitado. uma vez que tenho uma folha de serviços prestados a prefeitura e a minha comunidade,pois, boa parte das árvores existentes em nossas vias públicas tem a minha contribuição no plantio e agora o que vemos é o declinio acelerado de nossa arborização e que hoje está num estado de falência por falta de manutenção e as pessoas que foram colocadas para responderem pela pasta não terem conhecimento da área, isto é uma vergonha, é um desabafo e parabenizo as administrações que cuidam de sua arborização e consequentemente com a melhoria da qualidade de vida de sua população. Um abraço.

  • florespi (author) disse:

    Olá Jonas,
    Entendemos a sua realidade, pois em Piracicaba, também estamos vendo a queda da nossa cobertura árborea. Um estudo demonstrou que em 2005 tínhamos 12% de cobertura e em 2009, somente 9%. Este foi um dos principais motivos para criarmos o Blog Árvores Piracicaba, afinal não podemos mais perder as nossas árvores adultas e de copas largas tão facilmente.
    Equipe Florespi

  • Hélio Sparremberger disse:

    Moro em São joão Batista, SC. Existe uma grande desgraça no nosso munícipio, aqui que manda nos planos diretores é um grupo de loteadores desumanos, cegos pelo dinheiro, pois as calçadas em sua maioria fica em 1mt. ou 1,5mt. Meu Deus do céu estes incompetentes não se preocupam com o conforto do pedestre e cadeirante, até quando, a nossa região está quase tudo assim. Socorro precisamos fazer uma grande campanha junto a deputados e senadores obrigando os municípios a padronizarem as caçadas para 3mt. menos do que isso fica proibido arborizar as cidades, onde estão as ONGS, para abraçar esta causa. ACORDA BRASIL.

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